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O acesso pelo site

Quem envia pelo WhatsApp e quem só consulta também têm uma tela no navegador — sem entrar no painel do escritório, e sem virar usuário dele.

Há duas portas no PrestaContas, e elas não se misturam. O painel (o que este manual descreve nas outras páginas) é do escritório: entra-se com e-mail e senha, e vê-se a empresa inteira. O acesso pelo site é do comprador e do cliente: mostra só o que é deles, e não deixa mudar nada.

A porta de entrada, em prestacontas.ai/portal.
A porta de entrada, em prestacontas.ai/portal.

Como se entra

Dois caminhos, e o primeiro é o de sempre:

  1. Pelo WhatsApp Escreva painel (ou «portal», ou «site») na conversa, do mesmo número de onde manda as fotos. Chega um link. Ele vale 15 minutos e uma vez só; depois de abrir, aquele aparelho fica conectado. Para um acesso novo, é só mandar «painel» de novo.
  2. Com senha, direto no site Lá dentro, em O meu acesso, dá para criar uma senha e deixar um e-mail — e a partir daí entra-se em prestacontas.ai/portal com o número ou o e-mail. É o caminho de quem trabalha no computador e não quer pedir link toda vez.

Quem foi convidado por e-mail tem um terceiro caminho: o link do convite abre o site direto e vale 7 dias — lá dentro dá para criar a senha.

O seu número (ou o e-mail do convite) é a prova de quem você é. Não existe cadastro para fazer: se o escritório te convidou, você já entra.

O e-mail é seu, não da empresa. Pode ser pessoal ou de trabalho. Ele mantém o seu vínculo com o PrestaContas mesmo que você troque de empresa — a senha e o e-mail continuam seus.

O que o comprador vê

O quanto ele vê depende do que o escritório escolheu em «Vê da obra»: só os lançamentos próprios, ou a obra inteira.

Os preços dos materiais

Há também a página de preços: o que a empresa já pagou por cada material, para saber onde saiu mais barato antes de comprar de novo. É a mesma informação de Materiais, e a mesma que responde ao comando preço cimento no WhatsApp.

Uma coisa proposital: essa página não mostra a obra de cada compra. Preço é conhecimento da empresa e serve a todo mundo; a obra é atividade, e citá-la mostraria movimento fora do vínculo de quem está olhando.

O que o cliente vê — e o que não vê

O cliente é quem acompanha sem comprar: o dono da obra, o investidor. Ele não envia notas — se mandar uma foto por engano, o sistema explica e não guarda.

Três portas controlam o que ele enxerga, e as três são do escritório:

  1. a obra precisa estar exposta a ele — é o que Convidar o cliente faz, ou o botão Expor. Por padrão, nenhuma está;
  2. cada gasto nasce oculto dele: só aparece depois que você marca «Mostrar ao cliente» — na compra, ou vários de uma vez na lista de Compras — e depois de validado. Marcado, ele vê a data, o fornecedor, o valor e o documento; nunca vê quem enviou nem se a empresa já pagou. O que não está marcado não aparece na lista dele nem entra no total dele. Numa nota dividida entre obras, ele vê a parte da obra dele no valor e o documento da nota inteira. Os gastos que já existiam quando esta regra passou a valer continuaram como estavam;
  3. cada foto só aparece para ele se estiver marcada «Mostrar ao cliente» — foto a foto ou em lote, na tela Fotos.

Isso existe porque nem tudo o que a construtora lança diz respeito ao cliente — há custos internos e rateios entre obras. A decisão é gasto a gasto. Orçamento segue a mesma regra: nasce oculto, e o que você marcar aparece para ele, numa lista à parte.

O cliente também não precisa abrir o site: pede relatório pelo WhatsApp e recebe o PDF.

Sair da empresa

Na tela O meu acesso há a saída: desligar o seu número daquela conta. Dá para fazer o mesmo pelo WhatsApp, escrevendo SAIR DA EMPRESA e confirmando com o código.

As compras que você já lançou ficam com a empresa — são dela. A sua senha e o seu e-mail continuam seus, e servem quando você entrar em outra.

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