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Enviar pelo WhatsApp

A parte que fica na obra. Sem aplicação, sem login, sem escrever valores: fotografa e manda. Esta página mostra cada conversa como ela acontece.

O que dá para mandar

O que não vale: áudio, vídeo e autocolante. O sistema avisa e explica o que fazer. Uma observação sobre uma fatura também vale — mas respondendo (reply) à foto dela, para o texto saber a que compra pertence.

Da foto ao gasto registado

Mandou a foto, ele confirma que recebeu, lê o documento e devolve o que registou. O gasto já ficou lançado nesse momento — o que vem a seguir é um convite, não uma pergunta que trave o que quer que seja:

A conversa: a foto, a confirmação de que o gasto entrou e o botão «Completar». O ecrã que o botão abre: obra, etapa da obra, descrição e a caixa de repartir.
Primeiro regista; depois convida. Ignorar o convite não custa nada.

Tocando em Completar abre um ecrã só, dentro do próprio WhatsApp: a obra, a etapa da obra, uma descrição e — quando a conta tem mais do que uma obra em curso — a caixa para repartir a fatura. Nada disto é obrigatório: fechar o ecrã deixa o gasto exatamente como ele já entrou.

Depois de Guardar, ele devolve tudo o que ficou gravado — inclusive o que não mudou — e dá dois caminhos:

O que ficou gravado, à vista. «Está certo» é sempre o último botão.
O que ficou gravado, à vista. «Está certo» é sempre o último botão.
BotãoPara quê
✏️ CorrigirReabre o mesmo ecrã, já preenchido com o que está gravado. Não desfaz nada — corrige.
✅ Está certoEncerra a conversa daquele lançamento.

O ecrã é o caminho novo; nada foi retirado. Quando ele não pode abrir — uma falha de rede, um aparelho que não o receba — sai o que saía antes: a lista de obras e os botões 🏗 Trocar obra, ➗ Dividir por obras e 🗑 Apagar. E esses botões estão sempre a uma palavra de distância: escreva cancelar e ele traz o último lançamento de volta com eles.

As imagens desta página são as da versão brasileira: os rótulos que vê no seu WhatsApp são os de Portugal — «Guardar», «fatura», «talão».

Como ele pergunta a obra

No ecrã, a obra é uma lista pendente: sem escrever e sem numeração, tanto faz a conta ter três obras ou trinta.

Quando o ecrã não abre, volta o caminho por mensagens: até nove obras, uma lista para tocar; mais de nove, a lista numerada com resposta escrita. Aí tanto faz o número como o nome da obra: «2» e «Central» levam ao mesmo sítio.

Se houver mais do que uma fatura à espera de obra ao mesmo tempo, responda tocando na mensagem da fatura certa (reply) — assim ele sabe qual é.

Repartir uma fatura entre obras

Uma compra que serve duas obras não precisa de duas faturas. No ecrã, marque «Esta fatura é de mais do que uma obra» — e ele abre as partes, com o total à vista para conferir:

O ecrã com a caixa marcada: duas obras, um valor para cada e o total. A confirmação da fatura repartida, com um só botão: «Está certo».
A caixa marcada abre as partes. Fatura repartida não se reparte de novo: a confirmação traz só «Está certo».

Quatro coisas que vale a pena saber:

Depois de repartida, cada obra passa a contar só a sua fração. Nos relatórios e no painel os números já saem repartidos.

Abastecimento

Talão de bomba quase nunca traz o preço — traz os litros. Então o gasto entra na mesma e ele pergunta o resto:

A conversa: o talão entrou com os litros e falta o preço. O ecrã do talão: obra, preço do litro, quilometragem e equipamento.
O talão entra primeiro; o ecrã pede o preço do litro, a quilometragem e o equipamento.

O equipamento é uma etiqueta de quem consumiu, e não substitui a obra: as duas perguntas convivem, porque quem gasta o combustível nem sempre é quem paga.

O que dá para pedir por escrito

Além das fotos, a conversa entende alguns comandos. São comandos, não conversa: a palavra tem de vir sozinha, ou no início. «Qual será o preço do cimento?» no meio de uma frase não dispara nada — de propósito, para não sequestrar uma observação que quis mandar.

EscrevaRecebe
relatório O PDF dos gastos, escolhendo obra e período. Também aceita o período junto: «relatório de maio».
listar obras
(ou «obras», «minhas obras», «quais obras»)
A lista das suas obras com o gasto de cada uma e se está em curso.
preço cimento
(qualquer material)
Quanto a empresa já pagou por aquele material, com o fornecedor, a data e a quantidade — e qual foi o mais barato até agora.
painel
(ou «portal», «site»)
Um link para ver as obras no navegador. Veja O acesso pelo site.
ajuda O resumo do que dá para fazer, conforme o seu papel.
cancelar
(ou «corrigir», «obra errada»)
Traz de volta o último lançamento com os botões, quando a mensagem já ficou para trás na conversa. Não apaga nada — só mostra e pergunta.
SAIR DA EMPRESA Desliga o seu número daquela conta, com confirmação por código.

O preço é o que vira poder de compra. Responde com o histórico real da empresa — não com tabela de mercado. E só conta o que o escritório já confirmou: enquanto ninguém tiver preenchido a descrição detalhada daquele material, responde que ainda não há preços registados. Está explicado em Materiais.

Pedir o relatório

Escreva relatório (ou «gastos da obra») e ele conduz: que obra, que período — e manda o PDF ali mesmo.

Obra, período, PDF. E o botão «Encerrar» para a conversa não ficar pendurada.
Obra, período, PDF. E o botão «Encerrar» para a conversa não ficar pendurada.

Também pode dizer o período junto: «relatório de maio», «gastos deste mês», «últimos 30 dias».

Corrigir e apagar

Casos que ele reconhece sozinho

SituaçãoO que acontece
Orçamento ou conta por pagar Avisa que o gasto ainda não aconteceu e pergunta antes de lançar. Se disser que sim, lança.
Nota de crédito Pergunta para confirmar e o valor abate ao total da obra, em vez de somar.
Documento repetido Não decide sozinho: pergunta. Mostra o lançamento que já existe — data, fornecedor e valor — e oferece «Anexar ao existente» ou «➕ Novo lançamento». Quem decide é quem envia.
Foto ilegível Pede outra, dizendo o que não conseguiu ler. Se mesmo assim não der, o gasto entra e o escritório completa no painel — perder o gasto seria pior.
PDF com várias faturas Cada documento vira um gasto. A pergunta da obra é uma só para o ficheiro inteiro.
Comprovativo sem fatura Lança pelo comprovativo e marca «sem fatura». Se a fatura chegar depois, pode enviá-la: ele anexa ao mesmo lançamento em vez de criar outro — e marca o gasto como pago, com o comprovativo.
Orçamento ou conta a pagar que foi mandado lançar Aqui é o contrário: o gasto entrou sem documento fiscal nenhum. Quando a fatura chegar, não precisa de a enviar — duplicaria o gasto.
Foto que não é um gasto
(uma selfie, a paisagem da obra, uma captura de ecrã)
Não vira lançamento nenhum — e nada fica guardado: a foto é apagada, e o texto que veio com ela também.
A pergunta: o lançamento que já existe, com «Anexar ao existente» ou «Novo lançamento». O resultado de anexar: nada foi lançado de novo, e o gasto ficou marcado como pago.
Documento repetido: ele mostra o lançamento que já existe e pergunta o que fazer com o novo.

A diferença entre «não deu para ler» e «não é um gasto». Uma foto ilegível de uma fatura entra — é documento de gasto que nós não conseguimos ler, e devolver o problema a quem não o criou seria perder o gasto. Já uma selfie não é documento nenhum, e por isso é descartada.

Número não reconhecido? Quem acabou de criar a conta precisa de ligar o WhatsApp no painel, em Conta → Ativar o WhatsApp. Quem trabalha na obra precisa que o escritório o adicione em Compradores e envie o convite.

A seguir: O painel: conferir e corrigir →